"Eu nasci pra te amar, só pra te amar! A sorte me escolheu quando conheci você, tinha o coração sofrido que você quis acolher, me senti muito a vontade num lugar mais bonito. Me liguei no seu jeitinho, nesse seu lindo sorriso...
Num castelo de estrelas, você é um diamante. Desse sonho de amor, não quero mais despertar. Vou cantar milhões de vezes, que eu nasci pra te amar..."
sábado, 10 de março de 2007
sábado, 3 de março de 2007
sexta-feira, 2 de março de 2007
"Teus sinais me confundem
da cabeça aos pés,
mas por dentro eu te devoro.
Teu olhar não me diz
exato quem tu és,
mesmo assim eu te devoro.
Te devoraria a qualquer preço,
porque te ignoro ou te conheço
Quando chove ou quando faz frio.
Noutro plano te devoraria
tal Caetano a Leonardo di Caprio.
É um milagre.
Tudo o que Deus criou pensando em você
Fez a via-láctea, fez os dinossauros.
Sem pensar em nada, fez a minha vida e te deu...
Mas se quer saber
Se eu quero outra vida,
Não, não."
da cabeça aos pés,
mas por dentro eu te devoro.
Teu olhar não me diz
exato quem tu és,
mesmo assim eu te devoro.
Te devoraria a qualquer preço,
porque te ignoro ou te conheço
Quando chove ou quando faz frio.
Noutro plano te devoraria
tal Caetano a Leonardo di Caprio.
É um milagre.
Tudo o que Deus criou pensando em você
Fez a via-láctea, fez os dinossauros.
Sem pensar em nada, fez a minha vida e te deu...
Mas se quer saber
Se eu quero outra vida,
Não, não."
quinta-feira, 1 de março de 2007
Um sonho que tive.
Oh! Minha amada
que no céu escuro
Amou
Sob as estrelas
Tão leve
Tão luz
Oh! Menina moça
Ainda sinto tuas mechas claras
deitadas no meu peito
Amor de beleza rara
Te quero, não tem jeito
Te nego, te cuspo
Te venero
Oh! Ser delicado
Te enfias nessa macies infinita
com o mundo alheio
Sonhas contigo
porque aquela noite já morreu
E os fios loiros ainda cheiram
É, o dia amanheceu
Sonhas
Oh! Doce criança
Vaso fino
que ontem foi mulher
e agora intraduzível
Sim, eu provei teu mel
Embriaguei
Amei
Bebi
nesse vaso a fonte para continuar a ser mulher
Oh! Amada minha
Me vicia sem perceber
mas sei que sabes que sei
que tu me vicia
E te olho
E te vejo
Desejo mais uma vez
e mais outra vez
o quanto o eterno permitir
Oh! Mechas douradas
Igual a mim
O meu contraste
que no céu escuro
Amou
Sob as estrelas
Tão leve
Tão luz
Oh! Menina moça
Ainda sinto tuas mechas claras
deitadas no meu peito
Amor de beleza rara
Te quero, não tem jeito
Te nego, te cuspo
Te venero
Oh! Ser delicado
Te enfias nessa macies infinita
com o mundo alheio
Sonhas contigo
porque aquela noite já morreu
E os fios loiros ainda cheiram
É, o dia amanheceu
Sonhas
Oh! Doce criança
Vaso fino
que ontem foi mulher
e agora intraduzível
Sim, eu provei teu mel
Embriaguei
Amei
Bebi
nesse vaso a fonte para continuar a ser mulher
Oh! Amada minha
Me vicia sem perceber
mas sei que sabes que sei
que tu me vicia
E te olho
E te vejo
Desejo mais uma vez
e mais outra vez
o quanto o eterno permitir
Oh! Mechas douradas
Igual a mim
O meu contraste
(L.B.)
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
Não quero mais!
Cansei de sentir
Sentir saudades
Saudade do cheiro
jeito
medo
meigo
Saudade do teu amor
em mim
sobre mim
dentro de mim!
Cansei da mesmisse desse dia
de todas as manhãs
manhas de sono
Não quero esse amor pra mim
nem sei o que quero
se quero
E quero!
um amor
teu amor
meu amor
com ardor
e dor
molhado e quente.
É, eu sou sobrevivente
tô carente
carente indescente
e te amo assim meio inconsequente
Sim, amo.
Cansei de sentir
Sentir saudades
Saudade do cheiro
jeito
medo
meigo
Saudade do teu amor
em mim
sobre mim
dentro de mim!
Cansei da mesmisse desse dia
de todas as manhãs
manhas de sono
Não quero esse amor pra mim
nem sei o que quero
se quero
E quero!
um amor
teu amor
meu amor
com ardor
e dor
molhado e quente.
É, eu sou sobrevivente
tô carente
carente indescente
e te amo assim meio inconsequente
Sim, amo.
(L.B.)
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