domingo, 2 de outubro de 2011

Detalhes

Um dia cedo ou tarde o mundo maluco dos romances começa, pelo menos uma boa porcetagem da população o considera assim, maluco (mesmo que inconsciente). Não estou negando aqui toda a sua beleza e fascinio, não mesmo.
Dai então tu embarca em um primeiro romance e sai, depois entra em outro e sai, depois entra e sai, entra e sai, entra e sai de vários. As vezes são longos ou relampagos, alguns sao tranquilos e rejuvenescedores, outros te acrescentam novas doenças crônicas além de mais dez anos na aparência.
Há aqueles que te fazem ter uma saudade desesperada da solteirisse e há aqueles que te dão fobia dela, tambem desesperada. As vezes tu sai assustado e sangrando como se tivesse levado uma surra de homofobicos com lampadas em plena Paulista ou sai pulando sorridente e respirando como se fosse a primeira vez que puxasse um tal de oxigênio para dentro de seus pulmões.
Quando menos se espera tu ja se ve em outro relacionamento mesmo que, de acordo com aquele seu plano de sempre (falido) de "agora ficarei - pelo menos - um ano solteira", não estivesse prescrito em seus planos.
E de repente começa a perceber alguns detalhes que em outrora te fizeram enlouquecer de paixão e, mais que isso, amar tanto tanto. Esses detalhes serviram pra te encantar e deixar-te confusa (sim, pois tu nao sabe se fica ou sai correndo o mais rápido possível. Mas, se seu coraçao é um eterno romantico e aventureiro, tu fica).
Depois daqueles detalhes, digamos familiares de outra época, detectores de uma paixão. Passa a aparecer outros detalhes, sendo estes vistos e sentidos pela primeira vez. São aqueles detalhes particulares, e manias somente dela. Somente ela exala aquele perfume viciante, faz gestos únicos que te hipnotizam, faz voce se sentir especial e atraente como não havia se sentindo a um bom tempo. Te faz rir em momentos menos esperados, pois no fundo o que precisava mesmo era de um boa risada e ela de alguma forma mágica e inconsciente sabia disso. E te faz raiva, teima briga, chora, mas aquele olhar indiscritível seguido do seu toque na minha mão. Aaaa... são detalhes que voce começa a amar e aprende a amar todos os defeitos dela (que tambem sao detalhes) e é ai, nesse ponto que você para e se dar conta de que não há mais alternativa para correr. E mesmo se houvesse, seu coraçao não deseja nada mais além de ficar e apostar mais uma vez como se fosse a primeira e torcendo para ser a última.
Me encontro agora lembrando/babando cada detalhe único dela e fico esperando o próximo detalhe para vibrar com esses quase verdes olhos brilhando e um coraçao aquecido, correspondido e cheio de planos.

(L.B.)

sábado, 10 de setembro de 2011

Nosso Riso

Aaa! como adoro a modo inocente de como ela me faz rir... e eu rio tao descontraida esquecendo completamente, por alguns segundos brilhantes, a vida la fora que é como se eu quase tivesse a certeza por um instante de que ela é a pessoa perfeita pra estar comigo o resto desta minha vida terrena.
Simplesmente porque rir com ela pode ser considerado uma das melhores coisas em minha vida!
E eu preciso ouvir aquele som maravilhoso de sua risada ao meu ouvido, pelo menos, uma vez ao dia para que eu possa me sentir mais leve o restante dele.
Ufa, ainda bem que temos essa quimica gostosa.
*risos*

(L.B.)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Pela vida a dançar.

Ao rugir dos tambores
abrem-se as cortinas
cortinas da vida
cortinas da dança.

O maravilhoso mundo da dança.
A dança da alma
que com sua calma
coreografa a essência da música.

O que seria do dançarino
se não houvesse dança?
O que seria da dança
se não houvesse música?

E se pula, e se escutam as batidas.
E cai e levanta e continua.
A emoção se fixa como um a moldura.
Estrelas brilham no palco da vida.

Mesmo se as luzes se apagarem,
e os violinos não tocarem
o som vindo do meu coração
mexerão meus pés, nunca em vão.

(Luany Brasil e colaboração de Maria C. Neves)

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

quinta-feira, 19 de maio de 2011

“Por que é que, culturalmente, nós nos sentimos mais confortáveis vendo dois homens segurando armas do que dando as mãos?”
(Ernest Gaines)